Dia da Pizza

10 de Julho é comemorado o Dia da Pizza!

Dia da Pizza
Já que é Dia da Pizza pedi ao chef Franco Ravioli que me desse a receita da Pizza Magistrale que ele criou especialmente para a sua pizzaria a Pizza Bros.
A massa da pizza você pode comprar pronta, ou ver essa receita que publiquei, com dicas de como fazer a massa de pizza em casa e ainda algumas sugestões de cobertura.

 

Dia da Pizza – Pizza Magistrale

Pesto – no liquidificador – 1 maço pequeno de manjericão, 3 colheres de sopa de azeite extravirgem
+40 grs de nozes, 30 grs de parmesão ralado, sal e pimenta do reino à gosto

 

Creme – misture – 300 grs de mascarpone, 200 grs de queijo cremoso de cabra
+ 50 grs de azeitonas pretas picadas

 

Cogumelos – refogue – 2 colheres de sopa de azeite e meia cebola pequena picada
+150 grs de funghi secchi (já hidratados), refogue, sal à gosto e 1/4 de cálice de vinho branco.

 

Montagem – sobre o disco de pizza espalhe molho de tomate, depois o pesto.
Leve ao forno alto para assar.
Retire do forno, espalhe o creme de queijos e por cima os cogumelos.
Salpique parmesão à gosto.
Leve de volta ao forno só para dar uma aquecida leve e tire rapidamente.

 

Dica: cuidados com o creme de queijo no forno, tem que ser rapidinho só para aquecer, porque senão eles vão virando uma sopa.

Dia da Pizza – História da Pizza

 A pizza é uma das receitas mais antigas de que se tem notícia.

Segundo alguns estudiosos do assunto, ela surgiu antes da Era Cristã.

Nos tempos de César, os nobres de Roma já comiam o pão de Abrahão (mistura de farinha, água e sal assada em forno forte), acrescido de alho e ervas.

Uma iguaria que era chamada de piscea.

A palavra piscea, do latim arcaico, também aparece em documento medieval (ano 1000) e denominava uma massa assada, talvez coberta de peixinhos.
Nos tempos primitivos uma pedra quente teria servido para assar a pasta que o homem aprendera a fazer com grãos de trigo triturados e molhados, cobrindo-a com qualquer ingrediente comestível.
Mais tarde a pizza era assada numa fôrma grande no forno do padeiro e cortada em fatias , com um recheio simples de cogumelo e anchovas.
Ambulantes as vendiam nas ruas, tirando-as de altos recipientes de cobre que equilibravam na cabeça.
Pessoas do povo as comiam no café-da-manhã, almoço e jantar.
À medida que se tornou mais popular, erguiam-se barracas onde era vendida a massa com o formato que o cliente pedia.
Vários recheios foram inventados e o tomate passou a ser utilizado sobre a massa, antes do recheio.
O tomate chegou a Europa pelas mãos de Cristóvão Colombo, que trouxe da América algumas mudas do fruto.
O sucesso foi tão grande que o pomodoro é hoje o principal ingrediente da pizza, depois da massa; além de ser amplamente utilizado na culinária italiana.
O hábito crescente contribuiu para a abertura da “Pizzeria”, um local a céu aberto onde as pessoas se reuniam para comer, beber e conversar.
Que mais tarde deu origem a Pizzaria dos tempos atuais.

A História da Rainha Margherita

Mas o grande impulso a difusão da pizza foi dado por uma rainha.
No verão de 1889, os soberanos: rei Humberto I e rainha Margherita de Sabóia viajaram até Nápoles hospedando-se no Palácio Capodimonte.
A rainha estava curiosa por conhecer as famosas pizzas napolitanas tão elogiadas por poetas e artistas.
Não podendo ir, por restrições da nobreza, até a mais famosa pizzeria da época “Pietro Il Pizzaiolo”,
convocou o proprietário Don Rafaelle Esposito para fazê-las no palácio.
Pensando numa homenagem com as cores da bandeira italiana (branco, vermelho e verde),
Don Rafaelle inventou uma pizza que levava o molho de tomate e era recoberta de mussarela, tomate e manjericão.
A rainha gostou tanto, que ele teve a idéia de batizar aquela pizza com o nome da rainha – Margherita.
A partir daí essa receita virou sucesso em toda a Nápoles e pelo mundo afora.
Don Rafaelle Esposito foi registrado como o primeiro pizzaiolo da história.

Alessander Guerra

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