AMMA Chocolate Theobroma Grandiflorum

Theobroma Grandiflorum AMMA - AMMA Chocolate Theobroma Grandiflorum

Pois é, a AMMA Chocolate está lançando o Theobroma Grandiflorum, uma barra elaborada a partir das amêndoas de cupuaçu. Parece chocolate, mas não é chocolate, embora seja primo do chocolate e tenha cara de chocolate. Difícil? Pode até ser, mas é tempo de deixarmos os rótulos para trás e nos permitirmos novas descobertas de aromas, sabores e texturas.

Vamos tentar esclarecer essa genealogia de plantas parentes aproveitando o texto explicativo que vem, devidamente, escrito em português e inglês na parte interna da embalagem do produto. Embalagem que foi ilustrada pela artista plástica Luiza Olivetto (também sócia da AMMA).

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Brasil, a Floresta do AMMA Chocolate

theos (deus) e broma (alimento)

Theobroma: alimento dos deuses. Nossa história começa com o Theobroma Cacao, nativo da Floresta Amazônica e perfeitamente adaptado à Mata Atlântica. Produzimos chocolate de origem controlada com amêndoas de cacau brasileiro cultivado à sombra das florestas tropicais. Nossa missão é a preservação desses ecossistemas, que concentram a maior biodiversidade por m2 do planeta.

Theobroma Grandiflorum, a árvore que dá origem ao cupuaçu: folhas numerosas e alongadas; flores grandes e exuberantes; frutos fartos, de sabor intenso e peculiar. Assim como o cacaueiro, a árvore do cupuaçu beneficia-se das sombras das árvores mais altas e da riqueza de seu entorno, sendo importante agente preservacionista e uma tradução fiel da riqueza das florestas brasileiras.

Passando por um processo artesanal de pós-colheita, suas amêndoas fermentam longamente, até desenvolverem ao máximo seu potencial aromático. A secagem em barcaças acontece sem pressa, de acordo com o tempo das amêndoas, maiores e mais suculentas do que as de cacau, e seguindo a lógica solar.

O processo de fabricação destaca as características únicas criadas pela natureza e aperfeiçoadas pelas mãos do homem nas matas. Das florestas vêm os sabores, aromas e texturas que revolucionam paladares ao redor do globo.

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e por aí segue o texto da embalagem do AMMA Theobroma Grandiflorum  comprovando que há sim a possibilidade de um desenvolvimento sustentável e preservacionista. E, para que esse desenvolvimento se complete, é preciso que se dê melhores condições aos produtores, criando valor agregado ao seu produto.

Pois bem, perceberam a história dos primos Theobroma – o Cacao (que dá origem ao chocolate) e o Grandiflorum (que dá origem à barra de cupuaçu)? Tecnicamente o processo de produção é o mesmo, respeitando apenas o tempo de secagem e fermentação de cada amêndoa; e o resultado, embora numa análise técnica seja diferente, numa análise leiga tem cara de chocolate com sabor de cupuaçu.

Provei a barra de Theobroma Grandiflorum (80% de Cupuaçu – ao qual é acrescentado apenas açúcar orgânico) e posso dizer que é bastante aromático (aroma semelhante a polpa de cupuaçu que conhecemos), mais cremoso (o que é bastante lógico, pensando que a amêndoa do cupuaçu tem 30% a mais de manteiga que a amêndoa do cacau – por isso derrete melhor na boca), tem o delicioso sabor do cupuaçu e o amargor é bem menos pronunciado que de um chocolate (80% de Cacau).

Diego Badaró, o sócio pesquisador e desenvolvedor de produtos da AMMA, estava certo em apostar nesse novo alimento. Estamos em tempo de diversidades e os paladares curiosos agradecem.

Pontos de venda AMMA

 

 

 

Alessander Guerra

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